O Governo ruandês confirmou na ultima Sexta-feira (3) que tem mais de 6.300 militares a combater o terrorismo no norte de Moçambique, três vezes mais face ao destacamento de 2021, reafirmando precisar de um “quadro de financiamento sustentável” para continuar.
“O Ruanda tem reiteradamente defendido que o destacamento a longo prazo das nossas forças de segurança em operações conjuntas de combate ao terrorismo em Moçambique exige um quadro de financiamento sustentável. Tendo até agora suportado a maior parte do encargo financeiro destas operações, uma transição para um financiamento mais equitativo é uma necessidade estratégica”, afirmou a porta-voz do Governo ruandês, Yolande Makolo.
Ao reagir, através da sua conta oficial na rede social X, a notícias em órgãos internacionais sobre as negociações entre o Ruanda e os Estados Unidos da América (EUA) e a União Europeia (UE), Makolo afirmou que cabe ao Governo moçambicano tratar desse financiamento. (Lusa)
